Redação
27/02/2026 às 13:59
3 min de leitura
Duas das bebidas mais presentes na rotina dos brasileiros, café e suco de laranja, têm algo em comum que vai muito além do hábito de consumo: ambas dependem diretamente da dinâmica climática para transformar potencial produtivo em resultado econômico.
No novo episódio do Giro Agroclima, analisamos como as projeções para 2026 reposicionam essas cadeias estratégicas e quais sinais do clima já começam a redesenhar expectativas de produtividade, preços e ritmo de colheita.
Assista agora!
Após um ciclo desafiador em 2025, marcado por seca e calor intenso que comprometeram principalmente o arábica, as estimativas para 2026 indicam uma retomada consistente da produção. Projeções apontam crescimento relevante no volume colhido, impulsionado por um regime de chuvas mais regular nas principais regiões produtoras do Sudeste e do Cerrado.
No episódio, detalhamos:
No caso da laranja, o Brasil mantém sua posição estratégica como maior produtor mundial e principal exportador de suco. As projeções para a safra 2026/27 indicam crescimento no volume produzido, sustentado por condições climáticas mais favoráveis e melhora no manejo dos pomares.
No vídeo, exploramos:
Clique aqui e assista ao episódio completo
Os próximos meses serão determinantes para consolidar ou ajustar as projeções das safras de café e laranja.
Com mudanças previstas no padrão atmosférico e sinais de transição no cenário oceânico, o comportamento do outono pode influenciar o ritmo do campo, a dinâmica da colheita e as expectativas do mercado.
No episódio, analisamos os cenários mais prováveis e os pontos de atenção que produtores e agentes do mercado precisam acompanhar de perto.





